Relevo da Amazônia

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O relevo amazônico, ao contrário do que se pensa, possui três diferentes formas definidas, indo de altas altitudes a planícies. Divide-se em três principais formas:

Depressão-Caracteriza-se por ser uma superfície com altitude de 100 a 300 m  de leve inclinação,formada por prolongados processos erosivos.

Planalto-É a superfície irregular com altitude acima de 300 m .É produto de processos erosivos sobre as rochas cristalinas,também conhecidas como metamórficas ou sedimentares.São conhecidos como morros,serras e chapadas.

Planície-É a superfície mais plana com até 100 m de altitude.
Formada pelo acúmulo sedimentar recente movimentado pelas águas do mar, rios e de lagos.


Classificação atual de Jurandyr Ross-


Classifica-se em ordem crescente de altitude.

Planície do Rio Amazonas- Abrange uma estreita faixa de terras planas que acompanha os Rios Amazonas,Solimões ,Purus ,Juruá ,Javari e Madeira com altitude inferior a 100 m.

Depressão da Amazônia Ocidental - Abrange a maior parte da região com altitudes de 100 à 200m.

Depressão Marginal Norte Amazônica - Apresentam altitudes de 200 a 300m.

Depressão Marginal Sul Amazônica - Também apresenta altitudes com variação de 200 a 300 m.

Planalto da Amazônia Oriental - É a superfície com altitude de 400 a 500 metros, recoberta por mata densa, compreende terras que vão de Manaus até o Oceano Atlântico.

Planaltos residuais Norte Amazônicos - São as superfícies de maior altitude da região, variando entre 800 a 1200m. O Pico da Neblina e o Pico 31 de marco são os pontos culminantes do relevo brasileiro, ambos na Serra do Imerí, fronteira do Amazonas e Venezuela.



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