BOA VISTA - Pilotos e aeronaves da Base Aérea de Boa Vista participam de uma missão: reforçar a segurança durante a conferência Rio +20, das Nações Unidas. Para isso, caças A-29 foram deslocados para o Rio de Janeiro por serem os mais potentes. Eles reforçaram a equipe que monitora toda a área em que estão reunidos os chefes de Estado durante a conferência.
Conforme explicou o coronel aviador Mauro Bellintani, comandante do º1/3º Grupo de Aviação, as aeronaves estão preparadas para fazer a interceptação e até mesmo induzir um pouso forçado, caso haja necessidade. “São aeronaves modernas que já atuam nestas situações em Roraima”, acrescentou.
A principal arma de defesa para a Rio+20 é um caça F5 da Força Aérea, equipado com um canhão 20 mm capaz de disparar 280 tiros em sete segundos e também com um míssil, que pode derrubar qualquer tipo de avião. Além dos caças F5, a Força Aérea vai usar também os caças A29, os super-tucano, enviados por Roraima.
Somente aeronaves autorizadas poderão voar nas regiões controladas pela Força Aérea. Os voos comerciais não serão afetados e pilotos de aviões particulares deverão seguir as normas detalhadas sobre as restrições que já foram distribuídas para todos os aeroportos e campos de pouso da região.
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