01 de Maio de 2012 - atualizado as 20:47
Infatil e Fundamental

A importância das brincadeiras lúdicas para as crianças

A criança que não encontra oportunidade de brincar e relacionar-se criativamente com o ambiente, por meio de desafios, apresenta dificuldades em seu desenvolvimento

Ana Carolina Oliveira

Foto: Divulgação/ Governo

Foto: Divulgação/ Governo

MANAUS - Resgatar brincadeiras que atualmente já não fazem mais parte do cotidiano das crianças é valorizar a cultura regional, por meio de atividades que fazem referência a animais amazônicos. Foi com esse objetivo que o Centro de Educação do Sesc deu início ao Recreio Divertido, onde o jogo e a brincadeira fazem parte do mundo da criança.

A professora de Educação Física do infantil (a partir dos seis anos) Sandra Lúcia desenvolve a brincadeira do Curupira, também conhecida como Pata Cega. ” Eles se animam para brincar porque tem sempre movimento e eles se divertem bastante”, conta.

Para brincar, é preciso ter um número pequeno de crianças. Uma delas é escolhida para ser o Curupira, que terá os olhos vendados. Os outros pequenos farão perguntas e a última criança vai questionar o que o Curupira quer comer. Neste momento, tiramos a venda e ele corre atrás dos outros participantes. O primeiro a ser pego é o novo Curupira.

O desenvolvimento motor é muito importante, principalmente nesta idade, de três a sete anos. Feito do modo correto, é difícil termos um adulto com problemas neste setor.

A criança que não encontra oportunidade de brincar e relacionar-se criativamente com o ambiente, por meio de desafios, apresenta dificuldades em seu desenvolvimento. Por isso, é importante que todos os profissionais da área de motricidade criem e incentivem ao máximo as atividades lúdicas e desafiadoras. Com uma abordagem correta e a solução de problemas, o desenvolvimento psicomotor da criança é fecilitado.

“Brinquei muita na infância e hoje eu procuro dar tudo para os meus alunos, como se divertir com uma vassoura e uma garrafa PET, por exemplo. A sucata é um objeto de infinitas possibilidades para o nosso trabalho na escola”, assinalou a professora.

O jogar é uma importante forma de perceber o equilíbrio e o desequilíbrio, a organização e o caos e é uma forma da criança entender a reação sociológica e biológica da nossa sociedade.

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