MANAUS – O Amazonas apresentou queda na venda de produtos no mercado varejista no mês de dezembro. No mês anterior, o estado havia apresentado um crescimento médio de 5% nas vendas, o que não passou de 3,7% no último mês de 2011. A redução de 1,3% nas vendas deixou o Amazonas abaixo da média nacional de vendas neste setor com 4,9%, enquanto o Brasil fechou o ano com média de crescimento de 6,7%.
Os dados foram divulgados na manhã desta terça-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre os dez setores de produtos avaliados, os equipamentos e materiais para escritório foram os produtos que mais saíram das lojas com aumento médio de 6,9%, seguido de móveis e eletrodomésticos (2,6%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,3%), vestuário e calçados (0,9%) e artigos de uso pessoal com leve crescimento de 0,6%.
Dos dez setores avaliados, dois apresentaram queda nas vendas como a venda de produtos alimentícios e bebidas (-1,5%) e os combustíveis e lubrificantes (-0,5%).
Região Norte
Entre os estados da Região Norte, o Tocantins aparece em primeiro lugar como o estado que apresentou o maior crescimento no mercado varejista com 25,2%, seguido de Rondônia e Roraima Ambos apresentaram crescimento médio de 10,6%. Na sequência, o Acre aparece com 9,5%, o Pará com 8,1%, e em último lugar o Amapá com um leve crescimento de 0,9%.
Comparativo
Os móveis e eletrodomésticos apresentaram maior destaque no volume de vendas se comparado ao ano de 2010, com aumento de 16,6% em relação ao ano anterior. Segundo o IBGE, este desempenho decorre da manutenção do crescimento do emprego e do rendimento, como também da redução dos preços, principalmente em relação aos eletrodomésticos.
A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/comercio/pmc/.
Acre, Amazonas e Amapá apresentam os três piores índices de cheques devolvidos.
O quadrimestre fechou com saldo negativo de 537 postos de trabalho, contra 18.586 vagas em 2011.
Enquanto o comércio varejista apresentou quedas em janeiro e fevereiro no Amazonas, em março o setor recuperou-se
Sobre a geração de empregos, os indicadores apontam a contratação de 117.516 pessoas.