MACAPÁ – O Amapá recebeu uma comitiva do Suriname que participará da 49ª Expofeira Agropecuária do Amapá, no Pavilhão Internacional de Oportunidades e Negócios. O objetivo da visita é estreitar os relacionamentos comerciais entre o Amapá e o país vizinho.
São mais de 60 empresários, além de autoridades do Suriname em missão comercial. A iniciativa que dar continuidade ao que foi definido durante o 2º Rendezvous (RDV). No encontro, que aconteceu em julho deste ano, eles discutiram a integração entre os três países e temas de interesses comuns, como cooperação econômica, transporte, barreiras alfandegárias, energia, compras de produtos e serviços.
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De acordo com o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Mineração, Reinaldo Picanço, esta visita ao Amapá abre as portas para negócios que irão trazer benefícios para os dois países. “Não há relação de comércio oficial entre o Suriname e o Brasil. Esta é a oportunidade de estreitarmos os laços, a partir do Amapá. Temos o que eles precisam e vice-versa”, afirmou o secretário.
O interesse do Suriname pelo Amapá aumentou com a nova rota marítima entre o Amapá e mais de 100 países a partir do Porto de Santana. O transporte marítimo é o principal meio utilizado para importação e exportação em Suriname.
Para o governador do Estado, Camilo Capiberibe, a ocasião servirá para construir uma relação política e comercial entre os dois países. “Nossa proposta é de integração. Durante as rodadas de negócios na Expofeira serão discutidos temas fundamentais de interesse mútuo entre os dois países”, declarou.
Ainda segundo Capiberibe, a presidenta Dilma Rousseff afirmou ter interesse na abertura das relações comerciais por meio da Ponte Binacional. Somos privilegiados pela nossa localização, distante de estados do Brasil, porém, próximos de outros países – e é por isso que despertamos interesses. Vamos auxiliar essa cooperação para gerar desenvolvimento, riqueza, emprego e oportunidades”, disse o governador.
A feira será realizada no Parque de Exposições Hermínio Victorelli e apresentará equipamentos e linhas de créditos.
As demissões atingiram todas as 109 empresas do setor. De janeiro de 2012 a maio de 2013 a categoria contava com 14 mil trabalhadores.