
O deputado José Ricardo Wendling e vereador Waldemir José, ingressaram nesta sexta-feira (30) com representação no MPE contra mais um reajuste da tarifa da água. Foto: Divulgação
MANAUS – Os parlamentares do PT, deputado José Ricardo Wendling e vereador Waldemir José, ingressaram nesta sexta-feira (30) com representação no Ministério Público do Estado (MPE) contra mais um reajuste da tarifa da água, desta vez de 5,95%.
Para eles, de todos os itens do contrato firmado entre a Prefeitura de Manaus e a empresa Águas do Amazonas, somente um é cumprido todos os anos: o reajuste da tarifa. “Estamos buscando o MPE para que cobre da Prefeitura a contestação desses valores na defesa dos interesses da população. Também cobramos transparência e publicidade dos dados da tarifa, que nunca foram debatidos com a sociedade, bem como comprovação do cumprimento dos procedimentos legais para que o aumento seja validado”.
O contrato prevê que a empresa concessionária deve informar, primeiramente, o reajuste à Prefeitura, que se não contestar, será considerado legal.
Em abril deste ano, a empresa reajustou a conta de água em 10,27%, bem acima da inflação, e anunciaram novo reajuste (5,95%) para 2012. Eles explicam que essa soma não é aritmética, devendo ser considerado o preço da tarifa no início do ano. “Feita essa soma temos um aumento de 16,83%, acima da inflação desse período, que não chegou a 13%”, afirmam os petistas.
Os parlamentares já ingressaram com representações contra reajustes anteriores da água. “Esses aumentos são abusivos, concedidos a uma empresa que não presta bom serviço. Quem paga água é o povo mais pobre. Diariamente, os moradores sofrem com falta d’água, inclusive, em bairros tradicionais e consolidados de Manaus. Esperamos que a Prefeitura não conceda mais o aumento, sem verificar representações já existentes no MPE e sem ouvir a população, por meio de Audiência Pública” concluíram.
Nesta quarta-feira, já são 52 municípios em situação de emergência e três em situação de calamidade por conta da cheia
A greve aprovada em Assembleia Geral na manhã de hoje, será por tempo indeterminado.
Oferta pode ser duplicada com a redução das perdas entre o produtor ao consumidor e a certificação de novos agricultores.
Cirurgias eletivas correm risco de serem cancelas por conta do número reduzido de doação de sangue