PORTO VELHO - Desde sua inauguração, em 30 de julho deste ano, o Terminal Hidroviário do Cai N’água é considerado um dos pontos turísticos de Porto Velho. De acordo com o diretor do departamento de administração do Terminal Hidroviário, Gabriel Bruxel, alguns cuidados precisam ser tomados ao visitar o local.
“Queremos esclarecer a população que a visitação ao porto não está proibida. O que não está autorizado é a visita na plataforma de embarque e desembarque. O espaço é exclusivo para passageiros e transporte de cargas, portanto alertamos aos pais que, ao visitarem o local com seus filhos, tenham cuidado e se atentem as restrições”, explicou Bruxel.
Segundo Bruxel, a plataforma tem 600 metros e capacidade para 400 toneladas. Ele disse ainda que o Terminal será administrado pela Prefeitura até o final de novembro. “Depois passará para a responsabilidade da Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental (Ahimoc)”, contou.
O novo porto é uma obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e foi executado por meio de convênio entre o DNIT e a Prefeitura, pelo custo de R$13,9 milhões. O empreendimento beneficia o transporte hidroviário na região, especialmente o escoamento de mercadorias e produtos as comunidades ao longo do rio Madeira.
História do Porto do Cai N’água
O porto do Cai N’água existe desde 1872. São 130 anos de história. A origem do nome Cai N’água vem das dificuldades que passageiros e estivadores tinham ao descer e subir as escadas de madeira improvisadas no barranco. Com bagagens e cargas pesadas, muitos acabavam caindo no rio.
Boato levou pessoas dos Estados da Paraíba, Amazonas, Maranhão e Rio de Janeiro às agências da Caixa e Correios.
De 20,7 milhões de trabalhadores aptos a receber, 19,5 milhões fizeram o saque.