MACAPÁ – Localizado a margem do rio Amazonas e um dos Estados mais preservados do Brasil, o Amapá faz limite com a Guiana Francesa ao norte, noroeste com o Suriname, leste com o Oceano Atlântico e ao sul com o Estado do Pará. Com essa localização privilegiada o Estado tem tudo para obter um bom desenvolvimento na área do turismo.
Este ano Macapá recebeu de volta alguns lugares que estavam parados há algum tempo, como é o caso do Trapiche Eliezer Levy, Centro Cultural do Curiaú e o Centro de Pesquisa Museológicas – Museu Saca, que desde 2008 esteve desativado em reforma.
De acordo com o responsável pelos pontos turísticos de Macapá da Secretaria de Turismo (Setur), Oséias Ferreira, as ações de revitalização e dinamização das áreas é um trabalho feito em parceria, principalmente entre as secretarias. “Em nosso trabalho contamos com o apoio de outras secretarias como a Secretaria de Cultura (Secult), Desporto e Lazer (Sedel) e de Infraestrutura (Seinf)”, disse Oseías.
O principal recurso para essas obras é do governo, mas a Setur busca também parcerias com empresas locais, de maneira que é um trabalho em parceira entre governo e empresas privadas.
Oséias explicou ainda que o trabalho com os pontos turísticos vai além da revitalização. “Uma parte que é importante destacar é a dinamização destes espaços. Pensamos também em o que pode ser feito para atrair a população como as atividades de trilha ecológicas que estamos planejando em implantar no Curiaú entre outras atividades que atraia não só os turistas, mas também os amapaenses”, disse.
Novos e futuros projetos
Em fevereiro, o Museu Sacaca abriu suas portas ao público novamente. Diferente dos outros locais já citados, ele possui sua própria administração, que foi quem projetou a restauração e reinauguração do espaço.
Novos monumentos devem ser restaurados para tornar os pontos turísticosmais atrativos , como o Monumento Marco Zero. “Sabemos Marco Zero é um dos pontos turísticos que mais atrai visitantes todos os anos . Queremos tornar este espaço mais atrativo a todos”, conclui Oseías.
A proposta foi enviada pela Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal de Cultura e Turismo (Manauscult).
Há 43 anos, artista produz peças como boto cor de rosa e ribeirinho em cima de burro, feitas com a ‘balata’.