MANAUS – Jovem talento do cenário manauara, o músico Betinho Samblack, herdou o talento do pai, que também participou de um grupo de samba de raiz.
Desde cedo Betinho tem contato com instrumentos musicais. O nome artístico surgiu da junção das palavras Samba e Black Music.
O músico enfrentou dificuldades para definir o estilo próprio e agradar ao público. “O maior problema é o preconceito. Uma vez fiz um show de bermuda, chapéu e camisa estilo skatista. Algumas pessoas me reprovaram com o olhar. Comecei a tocar e a plateia curtiu o show”, disse Betinho.
Nas composições, Betinho se baseia em histórias de amigos e familiares. “Também trabalho com o jornalismo. Então, estou acostumado a acompanhar histórias e casos de outras pessoas. Vejo uma situação, tenho um estalo. No momento penso na letra e melodia”, frisou.
Atualmente, o cantor produz um CD. “O CD promocional estará pronto em breve. Estou ansioso. As pessoas precisam conhecer mais os produtos feitos na nossa região. Estamos planejando um projeto justamente para acabarmos com essa limitação. Nosso objetivo é consolidar a cultura para o público”, enfatizou.
Com show marcado para esta sexta-feira, o cantor quer divulgar a própria música levantando a bandeira do ‘Funk Melody’.
“O Som do Pirateiro” tem 20 faixas, cinco inéditas e 15 regravações de grandes sucessos, duas de Roberto Carlos.