
Palácio Rio Branco com seu estilo greco-romano, suas colunas dóricas e suas amplas escadarias/FOTO: Arquivo Portal Amazônia
RIO BRANCO – A capital do estado do Acre, Rio Branco, erguida no extremo ocidente do Brasil passa por significativo processo de modificação e estruturação. Quem visita capital certamente se deslumbra com as construções modernas de praças e prédios públicos. O Palácio Rio Branco com seu estilo greco-romano, suas colunas dóricas e suas amplas escadarias, faz parte do conjunto que diferencia as construções da cidade.
A obra é monumental para os padrões de dificuldade da época. Fruto do esforço de centenas de anônimos operários que a partir da década de 1930 revezaram-se dia e noite na construção em plena floresta. As condições de acesso eram precárias, e hoje, a obra é considerada um dos grandes símbolos do povo acreano.
O espaço possui mostra permanente que reúne informações sobre os geoglifos; sala que expõe a história – em fotos – dos povos indígenas no acre; e outra que retrata luta e forte cultura dos seringueiros. No segundo piso, o visitante poderá conhecer peças de época como lustres em cristais originais, e mobiliário confeccionado em xapurí, com madeira certificada.
O Museu da Borracha é mais um dos espaços de memórias da capital. Inaugurado em 05 de novembro de 1978, por ocasião do centenário da imigração nordestina, é dinâmico e destinado a coletar, pesquisar, conservar, expor e divulgar os testemunhos da cultura material e espiritual do acre. Outro propósito é de contar a história do Acre e falar sobre o modo de vida do seu povo.
O museu possui setor de documentação onde estão reunidos manuscritos, documentos impressos, jornais catalogados, revistas e publicações diversas, disponíveis para pesquisa. Além do setor de fotografia composto por um grande número de imagens importantes para a compreensão do cotidiano político e social do estado.
O turista, ao visitar o espaço, vai conhecer de perto as exposições temporárias e permanentes sobre variados temas; paleontologia, arqueologia, etnografia, história sócio-econômica e religiosa.
Visite Também a Casa dos Povos da Floresta
Com arquitetura inspirada nas malocas indígenas, à casa dos povos da floresta, construída toda em madeira da região, registra cultura do povo por meio de uma narrativa que traz o conceito da sociodiversidade acreana, com seu rico patrimônio cultural, o modo de vida dos seringueiros, ribeirinhos, castanheiros e povos indígenas do Acre.
O lugar também abriga centro de documentação com acervo composto por livros, revistas, publicações e documentos que servem de pesquisa para estudantes e interessados em conhecer a diversidade cultural acreana. A sala de vídeo possui acervo de cinqüenta documentários sobre movimento indígena, luta do sindicalista Chico Mendes e dos seringueiros.
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