MANAUS – Salto alto, uma mania entre as mulheres. Eles são de várias formas: altos, baixos, discretos, outros nem tento. Mas o que deixa as mulheres com a autoestima em dia, também é um vilão dos problemas na coluna e pés femininos.
Em algumas lojas, a cada 10 clientes mulheres, oito entram para comprar modelos a partir de 10 centímetros. A pedagoga Joelma Brasil é adepta do salto alto há mais de 25 anos. “É elegante, muda o visual. Depende também da ocasião. Sinto dores nas costas, mas fora isso dá para aguentar. Para ficar bonita a mulher precisa sofrer”, brincou.
Com apenas 17 anos, a estudante Thaynara Cavalcante sente os efeitos negativos. “Sempre vi minha mãe usando e queria muito. No final da balada, tem as famosas dores na perna e coluna. Mas não me importo muito, pois, acho que é algo normal”, informou.
Joelma e Thayanara mostram que a vaidade feminina não tem idade e ao mesmo tempo esquecem os perigos de usar esse tipo de calçado. De acordo com o ortopedista Francisco Mateus, o salto não é proibido, mas é preciso alguns cuidados na hora de comprar. “Uma forma prática, a parte traseira precisa ter o tamanho do pé. Se o número for 37 coloca uma vírgula no meio, ou seja, 3,7cm”, explicou.
Entre as doenças que mais afligem as mulheres que usam o salto de forma desregular são: calos, joanete, problemas nos nervos e problemas circulatórios. “Com o tempo vai tendo desgaste do pé e dores na coluna que são sintomas sérios”, disse Francisco.
Dicas para cuidar da qualidade de vida:
Alterne o uso de saltos com o de sapatos baixos, de bico largo e com solado flexível.
Massageie pernas e pés antes e depois de usar o calçado.
Jamais calce um salto alto para realizar atividades que exijam movimentação constante, como passear com as crianças, por exemplo. Isso só agrava seus efeitos nocivos.
Faça exercícios: a atividade física regular fortalece a musculatura das pernas, tornando-as mais fortes, e ajuda a suportar melhor a retração da panturrilha.
Relaxe os pés com banhos de imersão em água quente sempre que a dor apertar.
Com reportagem do Amazon Sat, conheça o procedimento de elaboração de um brinco: criação, trabalho do ourives e comercialização.
Para quem gosta de looks mais coloridos, a dica é apostar no tons alaranjados ou azuis.
Ela seguiu na carreira de modelo até os 18 anos e, mesmo quando saiu das passarelas, não largou sua paixão pela moda.
As roupas utilizam as cores do arco-íris, símbolo máximo da comunidade LGBTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).
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